Seminário Bíblico Internacional

examinando cada dia nas escrituras se estas coisas eram assim” At 17.11

Perdi meu pai, perdi minha mãe e perdi minha irmãzinha

 

Leia este impressionante testemunho de um jovem de 15 anos

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(procuro colaborador para

editar este folheto)

Caixa de texto: Balm editorial     -     Power & Anoint     -     SFS     -     winner     -     2009 / 2017

 

-Previsão das matérias com inicio em agosto próximo. Dia 7 segunda feira-

1º semestre  -  Hermenêutica, Homilética, Apologética e Escatologia

2º semestre  -  Análise de Hebreus, Panorama de louvor e Adoração, Dons do Espírito, Teologia Sistemática (Teísmo).

3º semestre  -  Epístolas Pastorais, Cristologia, Liderança Cristã e História da Igreja.

Matérias Complementares:  ANGELOLOGIA, Cartas às Igrejas, Ênfase em Evangelismo, Panorama Bíblico.

Aulas: 2 e 5ª  horário: 19.30 às 21:30

Telefones: manhã 3396-1351 tarde 3396-8101 OI 98681-9261 WhatsApp Email: pastor@prsilvio.com.br

“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?”

(1Cor 15:55)

A maior inimiga da humanidade.

 

A maior certeza que o homem natural tem é a de que um dia ele morrerá. Isso é um fato. Contra esse doloroso fato os homens lutam com tudo. Tentam prolongar a vida. As indústrias farmacêuticas são as que mais lucram com esse fato, pois mesmo sabendo que a morte é inevitável o homem não se dá por vencido.

 

Enchemos os hospitais em uma última tentativa de salvar as pessoas da morte, ou melhor, adiar o dia da morte. Enchemos as academias procurando melhorar a saúde física. Medicamentos para rejuvenescer, pomadas, cremes antirrugas, pílulas para emagrecimento, cirurgias e métodos e mais métodos para entrar na briga contra o maior e mais temido inimigo, a morte.

 

Ela entra sorrateiramente nos lares, não escolhe idade, e se tem ‘alguém’ que não faz acepção de pessoas esse ‘alguém’ é a morte.

 

Temida por todos os séculos, ela impõe medo e pavor nos mortais. Ela separa familiares de seus ente queridos, ela traz choro e tristeza para as famílias, ela deixa desesperados os pobres e os endinheirados, ela não respeita classe social, raças, e tanto anônimos e famosos estão sujeitos ao seu domínio. Ela é temida e não tem compaixão.

 

Povos em todas as épocas, sociedades de todos os lugares, das mais avançadas as mais atrasadas já sentiram seu peso e terror. Está por toda a parte aterrorizando os lares e trazendo luto para a humanidade.

 

Temida, implacável e poderosa ela aterrorizava a humanidade e parecia que seu reinado de pavor não teria fim. Entrou no mundo através do pecado provocando males e sujeitando a criação ao seu domínio de lágrimas e pesares. A morte caminhava orgulhosa pela terra, se gabando de não possuir adversário à altura do seu poder.

 

Foi quando um dia, a morte caminhando vitoriosa mais uma vez com uma de suas vítimas sob seu jugo numa das estradas de Naim, cantando uma de suas canções fúnebres e se gabando majestosa sobre sua presa, ela encontrou em seu caminho de dor e tristeza um adversário que a enfrentou frente a frente desafiando o seu poder, que até então era imbatível.

 

Ela deve ter pensado que seria mais um daqueles profetas do Antigo Testamento, Elias e Eliseu, que a desafiava novamente. Realmente Ele era um profeta, ou melhor, O Profeta, e a morte então resolveu que dessa vez não iria ceder tão fácil, bem, ela deve ter pensado assim.

 

Uma multidão acompanhava o cortejo fúnebre saindo pelos portões da cidade, e ao contrário outra multidão passava por aquele portão também acompanhando o cortejo da vida, o embate era inevitável. Foi quando O Profeta por nome Jesus parou o cortejo, movido de íntima compaixão, e bradou, jovem, eu te digo, levanta-te, e o que aconteceu? Ele levantou. Simplesmente isso, ele ouviu Jesus e levantou, e a morte?  A morte sentiu que o seu poder estava ameaçado e sem perceber uma de suas vítimas voltou rapidamente à vida com apenas uma palavra dita por Aquele Homem, levanta-te, contra essa ordem a morte não teve poder, ela teve que recuar.

 

Com esse acontecimento ficou evidente que o império da morte estava ameaçado, o reinado absoluto da morte estava por um fio, mas ela não desistiria sem lutar até o fim.

A cruz foi o seu plano mestre, iriam matar a Jesus e terminar com essa vitória sobre O Profeta que ousou desafia-la. Prenderam, maltrataram, e crucificaram a Jesus.

 

Ele sofreu humilhação, escárnios, açoites, cusparadas, injúrias, o Rei da Vida estava em terreno hostil e a morte tentava eliminar sua vítima e por um fim a humilhação que andou sofrendo através do poder de Jesus, foi quando naquela cruz Ele morreu, sim Ele morreu.

A morte festejava, e para garantir sua vitória, fechou o túmulo com uma grande pedra, colocou guardas para vigiar sua entrada, lacrou o lugar e achou que sua vitória estava garantida.

 

E quando a morte pensou que havia vencido, ao terceiro dia um grande barulho foi ouvido nas profundezas do império da morte, quando correram pra ver o que havia acontecido, viram que a grande pedra havia sido removida e olhando para dentro do túmulo frio e úmido notaram que estava vazio, uma grande e poderosa luz brilhava, quando ouviram um anjo do Todo-Poderoso dizer a duas mulheres que estavam ali,

Por que buscais o vivente entre os mortos?” (Lc 24:5)

“Ele não está aqui, porque já ressuscitou,” (Mt 28:6)

 

E a morte? A morte treme diante dessas palavras, o seu reinado de terror terminou. Ela foi vencida. Jesus a derrotou para sempre e todos os que creem em Seu Nome estão a salvo da morte.

A grande pedra foi removida, mas não foi para que Jesus saísse do sepulcro, Ele não precisava de ajuda de ninguém para sair de lá. A Pedra foi removida e permanece assim para que eu e você pudéssemos entrar no sepulcro onde Ele jazia e cantar diante da morte:

“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?”

(1Cor 15:55)

 

A morte perdeu, e foi para sempre. O seu reinado terminou. Um dia todos nós estaremos juntos novamente, reunidos pelo Senhor da Vida, numa grande ceia, numa grande festa patrocinada pelo Todo-Poderoso Jesus Cristo, onde Ele mesmo enxugará de nossos olhos toda lágrima.

 

Pastor João Carlos Amorim  -  agosto/2017